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Visão Periférica – Atendimento

visão periférica humano

Estava eu de viagem pelo interior de São Paulo, quando resolvi dormir na cidade sem um planejamento prévio. Dirigi-me a um pequeno hotel, uma construção nova com uma boa recepção e boa localização. Estranhei o fato de não haver aquele mensageiro na entrada, para recepcionar os hóspedes. Dirigi-me ao balcão e eis que estava à frente de um computador, muito concentrada no seu trabalho, a recepcionista do hotel. Decidi fazer um pequeno hã ,hã,  com a esperança de ser notado. Nada!

Resignado, restou-me esperar pelo atendimento. Após alguns minutos, os quais representaram horas de espera, a moça olhou para mim, ainda sentada e disparou um “Fala”! Impactado com aquele gesto devolvi: “Fala você”! O episódio seguiu seu ritmo natural e acabei dormindo no hotel como todo hóspede. Entretanto parei para dar minha dica para a moça, na esperança de que ela mudasse seu comportamento. Espero que tenha sido útil.

Relembrando esse episódio me dei conta de que o atendimento em uma loja de autopeças segue mais ou menos o mesmo padrão de recepção. Afinal o cliente vem à loja na esperança de solucionar um problema ou auxílio para concluir algum projeto. Como balconistas, temos apenas que recepcioná-lo como se fosse uma visita pessoal. Um simples olhar, mesmo que estejamos momentaneamente ocupados, já passa a mensagem de que ele foi notado e que em instantes será atendido. Se puder fazer um aceno com a cabeça ou mesmo pedir um momento, fará uma enorme diferença. Aliás, um excelente momento para oferecermos água, café, chá e ou entregar-lhe o folheto da promoção.

Não custa lembrar que em Vendas não há cliente ruim. O que há são expectativas não atendidas completamente. Portanto, mantenha-se ativo no balcão e boas vendas!

Luiz Menezes dos Santos

luiz

Baiano que adotou São Paulo como terra natal há 40 anos, sendo 30 dedicados ao treinamento corporativo, teve projetos implantados em grandes empresas dos segmentos Plástico e Automotivo, tais como Ipiranga, Reckitt & Colmann, Valeo e Wurth do Brasil. Graduou-se em Química pela Universidade Mackenzie, especialização em plásticos pelo Senai, Gestão de Projetos pelo IPT-Instituto de Pesquisas Tecnológicas de SP e MBA em Gestão Empresarial pela FGV-SP. Ministrou cursos e palestras para mais de 10.000 profissionais nas áreas: Produção, Engenharia, Vendas, Marketing, nos últimos 15 anos. Fundador da Cognitivus Gestão Empresarial Ltda-ME, empresa dedicada ao desenvolvimento de competências funcionais, com o objetivo de reduzir o déficit de mão-de-obra qualificada no mercado e impactar na produtividade das empresas.

 

Santo de casa faz milagres!

Headhunter_Blog_Destaque_Profissional

Há muito tempo utilizamos ditos populares em administração, mesmo sem percebermos. Vejamos:

  • “Quem não tem cão caça com gato“
  • “Cada macaco no seu galho“
  • “Santo de casa não faz milagre”

Independentemente da origem dos termos acima, há uma correlação direta com a gestão de pessoas. O primeiro nos remete à capacidade de adaptação, à criatividade e à flexibilidade, competências comportamentais de extrema importância para a inovação nas empresas. O segundo tem relação direta com o processo de seleção de pessoas, papel fundamental dos gestores de RH na formação de equipes de alta performance. Finalmente o terceiro dito, objeto desta matéria, toca na questão do desenvolvimento de talentos nas empresas, de uma forma indireta.

É comum observarmos que após algum tempo de empresa, já integrado e dominando a situação, todo profissional corre o risco de cair em comodismo, de procrastinar ou deixar alguma decisão para o dia seguinte. Passa a não perceber alguns movimentos no mercado, deixa de inovar e, então, a empresa passa a não enxergar naquele profissional, a competência necessária para mudar, para solucionar problemas e ao mercado em busca da solução. Em que pese que a ação tenha fundamento, há um caminho mais saudável, que motiva mais e de menor custo: Os Programas Internos de Treinamento. O maior exemplo disso são as grandes empresas, as quais já utilizam regularmente o treinamento como diferencial competitivo, para atrair talentos dispostos a investir em suas carreiras. No momento em que o treinamento se torne um processo natural no ambiente corporativo, teremos como afirmar categoricamente que Santo de casa faz milagres sim.

Luiz Menezes dos Santos

luiz

Baiano que adotou São Paulo como terra natal há 40 anos, sendo 30 dedicados ao treinamento corporativo, teve projetos implantados em grandes empresas dos segmentos Plástico e Automotivo, tais como Ipiranga, Reckitt & Colmann, Valeo e Wurth do Brasil. Graduou-se em Química pela Universidade Mackenzie, especialização em plásticos pelo Senai, Gestão de Projetos pelo IPT-Instituto de Pesquisas Tecnológicas de SP e MBA em Gestão Empresarial pela FGV-SP. Ministrou cursos e palestras para mais de 10.000 profissionais nas áreas: Produção, Engenharia, Vendas, Marketing, nos últimos 15 anos. Fundador da Cognitivus Gestão Empresarial Ltda-ME, empresa dedicada ao desenvolvimento de competências funcionais, com o objetivo de reduzir o déficit de mão-de-obra qualificada no mercado e impactar na produtividade das empresas.