Arquivos mensais: julho 2015

Escrever o que se faz e praticar o que se escreve

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Quando os primeiros certificados ISO 9000 foram emitidos aqui no Brasil, o paradigma das indústrias passou a ser a repetibilidade nos processos. Após algumas décadas, a qualidade passou a fazer parte integrante do produto, sem a qual não haveria negócio.

Em O “Mundo é Plano” de Thomas Friedman, assim como em “A Terceira Revolução Industrial” de Jeremy Rifkin, nos deparamos como uma constatação: A era dos APPs nos brinda com infinitas possibilidades, experiências de vida e ao mesmo tempo, uma enorme ansiedade. Chego a pensar que, em um piscar de olhos, teremos algum aplicativo para comandar nossa respiração ou outro comando vital qualquer. Voltando ao nosso tema, se considerarmos que boa parte desses aplicativos focam o segmento de serviços, historicamente exigente e acostumado a ciclos de vida relativamente curtos, como seria encarada a questão da Qualidade ao longo dos processos, desde a concepção, produção, comercialização e o pós-venda, pelas Start-ups (empresas desenvolvedoras)? Estariam aptas a praticar o que escrevem?

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Em que pese que vivemos em meio a “Recalls” diários, quer sejam de produtos de elevado valor agregado ou pequenas bugigangas, o que se espera é podermos usufruir dos benefícios da tecnologia, sem a neurose das infindáveis reclamações nos órgãos de defesa do consumidor, com as quais convivemos atualmente. Será que algum APP poderia resolver esta questão?

Uma intrigante reflexão. Boa leitura!